Friday, June 30, 2006

Final do semestre.........

O tempo passa a correr, foi um semestre cansativo mas ainda temos que ter energia para acabar os exames e concretizar os trabalhos.Gostei muito desta disciplina, no entanto, sinto que poderia ter aprendido melhor algumas temáticas (nomeadamente a de Projecto como metodologia) porque a professora foi "obrigada" a faltar algumas aulas e tivémos que realizar muito trabalho autónomo.Apesar de considerar que todo o trabalho realizado foi importante e que adquiri competências muito indespensável a para trabalhar na área curricular, ter a orientação da professora é essencial para sabermos até que ponto estamos ou não "bom caminho"Gosto da maneira como a professora expõe as aulas porque consegue transmitir os conteúdos de forma explícita e abrir os nossos horizontes. Nestas aulas senti que conseguia e podia ir mais longe na área curricular, senti-me capaz e competente. Por tudo isto tenho que agradecer à professora pela sua paciência e persistência em nos explicar como funcionam muitos dos organismos nacionais ligados ao sistema de ensino português.

####REFLEXÃO FINAL####


Chegámos ao final da disciplina, com pena minha porque agora é que sentia estar a integrar-me melhor nestas coisas do currículo. Lamento muito, tal como aconteceu na disciplina de MOC, a minha disponibilidade ser tão limitada, tal como termos tantos trabalhos para realizar que nem sequer nos dão tempo para reflectir sobre.Entendo que este blog esteja pouco articulado com o resto do portfólio, uma vez que, a minha ideia inicial era completamente diferente do produto resultante, mas agora em cima da hora apenas posso fazer algumas alterações e tentar reflectir sobre todo o processo pelo qual tentei analisar e reflectir sobre a minha própria forma de trabalhar. Uma vez que me considero uma aluna independente de campo, tenho sempre receio de não conseguir atingir os objectios propostos porque disperso-me imenso e acima de tudo, o que gosto de fazer é de tranferir os conhecimentos transversalmente. Tal como se pode verificar no portfólio, uma vez que, à medida que o ia realizando e reflecindo sobre as temáticas exploradas, a primeira coisa que fazia era mobilizar esses conhecimentos para as minhas experiências pessoais nomeadamente nos conteúdos das outras disciplinas.Para ser sincera é assim que consigo aprender e adquirir skils porque para mim não é suficiente apenas ler ou decorar e frequentar as aulas, preciso de mobilizar os meus conhecimentos para a prática.Neste sentido, compreendo o currículo por competências e considero-o o mais adequado às necessidades dos alunos. Por isso, penso que o sistema ETCS é muito apropriado para as circuntâncias de uma grande parte dos jovens portugueses que não têm estudos porque sempre consideraram a escola muito aborrecida e teórica. Numa perspectiva de aprendizagem ao longo da vida (lifelong learning) o certificar de competências deixa de ser preocupação da área de Formação de Adultos e passa e ser necessidade nacional.

13ª aula.......aula de orientação aos trabalhos a entregar

Este encontro, no qual estavam presentes apenas três alunas, a docente orientou-nos

os trabalhos que temos ainda para realizar e aproveitámos para desabafar um pouco

sobre as nossas situações quanto a Bolonha. Uma vez que nos apercebemos cada vez mais que o

tempo passa a correr e que a nossa vida académica para o próximo semestre vai ser novidade

para todos, inclusivé para os professores, estamos todas um pouco receosas e preocupadas.

Mas agora o importante é acabar os nossos trbalhinhos fazer os exames e esperar que tudo corra bem

Monday, June 26, 2006

Thoughts................and feelings................



Empty,

Spectator to landscape

No one dwells within me.

And yet I consentReplete with memory.

Pasture wherein I feedAt peaceWheat-brown sparrowof green meadows.

At peace?

Neither joyous nor sad.

Distant like a melody approaching.

Music of clouds.

LightLike this poem.

Grave

A solo.

Only that. Alone.

Sunday, June 11, 2006

12ª aula.......5 de Junho de 2006

Esta aula, realizada fora da sala de aula, uma vez que as condições climatéricas não se econtravam a nosso favor (estava muito calor!), foi muito importante para rever como se analisa um Projecto Curricular de Escola.
Foi-nos entregue um projecto e passámos a analisá-lo segundo os itens de uma grelha de análise de projectos elaborada pela professora.
Para ser sincera já não me lembrava muito bem como proceder a uma análise minuciosa de um Projecto e portanto esta análise realizada em conjunto permitiu-me ver parâmetros que sozinha levaria mais tempo a encontrar.
A docente distribuiu Projectos Curriculares de várias escolas pelas alunas, dividimo-nos e ficámos responsáveis por analisá-los tendo em conta, se assim o entendêssemos, a grelha de análise da professora.
Eu fiquei de analisar o Projecto Curricular da Escola Secundária de Mirandela, com a Ana Carina, ficando acordado com a professora trazer esta análise na próxima aula.

11ª aula.......22 de Maio de 2006

Nesta aula discutimos:


  • O projecto como metodologia
  • Projecto como modelo do Currículo
  • Projecto Curricular Escola.


Estes serão os pontos relativos ao Projecto que espero conseguir explorar melhor.

Analisámos também os vários tipos de currículo:

_Curricular

_Intervenção

_Investigação

_Formação

Algumas considerações:

.Os projectos de Intervenção e Formação têm como intenção modificar algo

.O quadro de referências do projecto, depende do contexto em que se insere

.O projecto Curicular parte de um problema, organiza-se segundo uma determinada planificação

. Projecto Curricular:

- Projecto Educativo

-Projecto Curricular de Turma

Tal como prometido anteriormente, relativamente a Bolonha, reflecti sobre ......... se temos mentalidade suficientemente aberta, flexível e corajosa para mudar os métodos de ensino….

Sites interessantes sobre o assunto:

Acesso ensino superior: http
://www.dges.mctes.pt/Bolonha/Bolonha/Processo+Bolonha/

Education and training 2010:
http://ec.europa.eu/education/index_en.html

Bologna process 2005:
http:///www.bologna-bergen2005.no/

Projectos académicos e actividades de acompanhamento do chamado Processo de Bolonha - como o Tuning e o TRENDS - têm produzido documentação de análise e de referência para avaliação do impacto deste processo nas diferentes áreas do saber e para cada um dos países. As medidas tomadas que têm provocado maior debate relacionam-se com o número e duração dos ciclos de estudo (e respectivo financiamento), as questões da empregabilidade e a homogeneização das qualificações obtidas em cada um dos ciclos (fomento da mobilidade transeuropeia); por outro lado, as instituições investiram também na contabilização e registo do esforço dos estudantes - suportado pelo regime de acumulação e transferência de créditos ECTS.
Considero este regime muito importante porque irá ser muito vantajoso para aos alunos que não querem seguir os estudos ou que apresentam dificuldades em entrar na faculdade mas que já tenham experiência profissional. Deste modo, ficam com qualificações de nível IV e a sua experiência profissional é certificada.
Inserido no Currículo por competências penso que estas decisões são muito positivas para o desenvolvimento do indivíduo e consequentemente do país.
No entanto, a verdadeira questão é se de facto a mentalidade portuguesa está preparada para lidar com esta mudança, assim o verdadeiro desafio que Bolonha coloca à comunidade académica é o da transição eficaz de um paradigma de ensino assente no docente, para um de aprendizagem centrado no estudante, onde predomine o processo de aquisição de competências sobre o tradicional processo de aquisição de conhecimentos. Este desafio já se anunciava no relatório do TRENDS IV:

"While changes to the length of studies can be described easily, measuring their significance and their impact requires much greater and more sophisticated analysis: for example, (...) the implications of a pedagogical shift to student-centred learning."


Curiosidade...


#####A minha artista favorita #####


"Eles dizem que minha arte é surrealista, mas como ser, se tudo o que mostro em cores é minha própria vida?" Movida pelo amor, movida pela dor, esta artista excêntrica e realista leva-me a pensar em todos os conceitos de arte.. Olhando as obras de Magdalena Carmen Frida Kahlo, chego à conclusão de que a arte é, para mim, pura emoção. Frida retratava em suas telas a própria vida, segredos em forma de pinceladas, pouco a pouco revelados...

Friday, June 09, 2006

10ª aula.......15 de Maio de 2006

Como tivémos trabalho de casa, esta aula serviu para em conjunto respodermos às questões elaboradas pela professora:
  1. O que é o projecto Curricular Escola?
  2. Niveis de relações que estabelece?
  3. Características gerais.

Em resposta....

  1. È um conjunto de decisões que são levadas à prática e têm que ser articuladas. São tomadas pelos professores e estas são delimitadas por outros níveis.
  2. Quanto aos níveis de relações que se estabelecem, temos :
  • nivel macro
  • nivel meso
  • nivel macro

3. Características gerais:

-ponto de partida
-objectivos/intenções/liunhas de orientação
-reflexão sobre aprendizagens adquiridas
-avaliação
-elementos do currículo
-Disseminação

9ª aula.......11 de Maio de 2006

Nesta aula, aprofundamos o nosso conhecimento relativamente ao Projecto Curricular:

- objectivos
- nível macro, meso e micro
-princípios orientadores
-metodologia
-características gerais

Por fim discutimos as fases, a avaliação e o feedback, assim como também, discutimos como se analisa um projecto, que parâmetros a ter em conta.

8ª aula.......28 de Abril de 2006


Assim nesta aula o que foi essencialmente tratado foi relativamente ao Processo de Bolonha, o quanto esta transição nos iria afectar, uma vez que estamos no ano mais complicado da licenciatura.
Deste modo, tratamos novamente de questões ligadas ao currículo no que se refere a Bolonha. Acho que a professora não se importou de despender tempo das suas aulas para nos esclarecer quanto à mudanças que se iram proceder. Uma vez que não só, o esclarecimento é importante para nós, como também, compreender como este novo currículo, direccionado para as competências, se estrutura e será implementado.
Posteriormente falámos do trabalho de grupo a realizar (construção e análise de um Projecto Curricular), ficando para casa reflector sobre este.

7ª aulinha.......3 de Abril de 2006

Nesta continuámos a discutir as competências, vimos alguns textos distribuidos pela professora e conversámos sobre a importância do Curriculo por competências. Deste modo, a aula foi direccionda para a situação que vive a nível nacional.

A polémica instaurada no nosso país devido a este tratado tem levado muitas pessoas, não só a muitos mal-entendidos, como também tem levado os alunos a uma constante questionação e preocupação no que se refere à sua formação académica.
Foi importante discutirmos este tema com a professora, uma vez que, é um dos colaboradores que reestruturaram o nosso plano de estudos, logo esperávamos que nos esclarecesse algumas dúvidas. Inicialmente, questionámos em relação à nossa situação mas como a professora ainda não tinha 100% de certeza, uma vez que o plano ainda iria para o M.E. ser aprovado, apenas nos foram relatadas hipóteses quanto ao que poderia acontecer.


No entanto, o ponto que me levou a reflectir foi realmente, o facto de este novo modelo curricular se apoiar na aquisição de competências. Uma vez que, desde sempre senti que os meus professores se preocupavam mais em atingir os objectivos(ou seja dar a matéria toda a correr), do que propriamente se nós tínhamos aprendido na prática os conteúdos, fiquei muito optimista com este novo plano. Porém o neste momento me preocupa é se temos mentalidade suficientemente aberta, flexível e corajosa para mudar os métodos de ensino….

Deixarei esta questão em aberto para reflectir no próximo post ! Até lá!


6ª aula....... 27 de Março de 2006

Neste aula foi a minha vez de ficar responsável pela realização da acta.
Confesso que, devido ao facto de ter que na próxima aula apresentar e ler a acta, estive um pouco mais atenta do que normal para que não me "escapasse" nenhum pormenor.

Apresento, então uma reflexão sobre as actividades executadas na aula.

Discutimos o trabalho de casa realizado pelas alunas, o qual consistia na pesquisa de sites relativos à temática: Competência. A aluna Goreti apresentou como resultado da sua pesquisa o site relativo ao Currículo Nacional e o site da entrevista a Perrenoud, a Ana Sousa nomeou também estes sites e ainda acrescentou o site sobre a teoria de Le Boterf. O engraçado foi que em casa também tinha optado pelo site onde vinha o texto de Perrenoud assim como o do Currículo Nacional do Ensino Básico.
Posteriormente a docente escreveu no quadro uma série de textos que seriam importantes ler com atenção.Eu só penso será k vou ter tempo para os ler todos...?!
Gostei particularmente da frase apresentada pela Ana Sousa na definição de Competência :

“A atualização daquilo que se sabe em um contexto singular (marcado por relações de trabalho, por uma cultura institucional, por eventualidades, imposições temporais, recursos…) é reveladora da “ passagem ” à competência. Esta realiza-se na acção"
(Le Boterf, 1994)

A professora na sua exposição sobre competências introduziu a temática Teoria da Aprendizagem cognitivista/construtivista e foram nomeados os vários tipos de conhecimentos.
Assim, temos o conhecimento declarativo; procedural; procidemental (dentro deste temos ainda o intelectual, o cognitivo e o atitudinal); condicional; meta-cognitivo e contextual.

Tuesday, March 28, 2006

4ª e 5 ª aulas.......20 de Março de 2006

Curriculum Dies!


Este foi, sem dúvida, o dia do currículo. Porquê? Porque no dia 20 de Março tivemos aula de Projectos Curriculares todo o santo dia! Dito desta forma, até parece que foi sacrifício, mas desenganem-se porque foram horitas agradáveis na companhia da professora e das colegas. Portanto, o que fizemos nesta aula foi a continuação da actividade da aula passada, assim como, esclarecermos alguns conteúdos teóricos e contextualizarmos outros.
A gestão de Currículo foi também um dos temas abordados, uma vez que falámos no currículo prescrito.
Quanto aos objectivos compreedemos melhor quais os do professor, os do aluno, quando e como os utilizo. O meu trabalho realizado no semestre passado na disciplina de MOC(Modelos de Organização Curriculares), apresentou uma grande dificuldade na realização dos objectivos e principalmente na diferenciação destes...
O que me levou a fazer melhoria deste trabalho foi aperceber-me que desta forma compreenderei melhor como construir, elaborar, determinar e especificar objectivos conforme as minhas intenções.

Esta aula, sem dúvida serviu-me de “janela” para melhor compreender alguns conceitos que considero ainda ter que perceber melhor.

Ficarei assim à espera que a porta apareça…….

3ª aula...........13 de Março de 2006


Nesta aula, realizámos uma actividade muito interessante. Foi-nos entregue pela docente uma planificação de um projecto de formação para analisarmos e darmos a nossa opinião.
Ao averiguarmos esta planificação verificámos que o modelo utilizado não tinha sido o adequado, assim como, existia uma grande confusão no que se refere à definição de objectivos e conteúdos.
Infelizmente este trabalho era o do meu grupo….

No entanto, foi importante para mim entender que tínhamos adoptado o modelo curricular errado, assim como, não tivemos cuidado na definição dos objectivos.
Deste modo, consegui em conjunto com as minhas colegas perceber e identificar o que correu mal na aplicação do modelo por projecto. E a principal conclusão a que cheguei foi a de que aplicamos o modelo tecnológico erroneamente, pensando na teoria de uma forma e planificando de outra, completamente diferente. Assim, com esta aula, penso ter finalmente, entendido a aplicação dos modelos curriculares em projectos. Mas apenas na prática poderei verificar se realmente estes conhecimentos ficaram consolidados.

Fiat Lux (Faça-se a luz!)

O que aprendi, então, no que se refere ao modelo curricular por projecto:

O modelo por projecto não tem um tempo definido, ocorre enquanto for possível e necessário, é centrado no aluno, uma vez que os alunos devem ser activos no projecto e estarem envolvidos neste.
A construção do conhecimento é permanente, flexível e adaptável às necessidades do contexto. Segundo Boutinet existem fases na construção de um projecto que não se devem ignorar:
-
Diagnóstico da situação, uma negociação de objectivos e prioridades e uma descrição de meios;
- Planificação das actividades,
- Realização propriamente dita do projecto
- Avaliação,
- Divulgação dos seus resultados mais significativos. O esforço de divulgação é útil não só para outras pessoas como para os próprios intervenientes no projecto, ajudando-os a reflectir no trabalho que realizaram.


E ainda parâmetros inerentes ao projecto:

- A "negociação", estimulando a motivação e a imaginação de todos os interessados, permitindo-lhes apropriar-se da situação na qual são actores
- Os objectivos, formulados e negociados, devem ser realizáveis. Um projecto não é a mera declaração de boas intenções, a sua função é concretizar e realizar as intenções. Por esta razão, é imprescindível ter em conta o tempo, os meios possíveis de concretização e os obstáculos a ultrapassar.




Tuesday, March 14, 2006

2ª aula.......6 de Março de 2006

Balanço:

A 2ª aulafoi importante para a compreensão e orientação das tarefas a realizar ao longo do semestre, assim como, serviu para a minha melhor integração nesta pequena (mas grande de espírito!) turma.
Nesta aula apercebi-me do longo e árduo trabalho que nos espera, no entanto, não desanimei, visto as colegas e a professora, mostrarem-se diponíveis e empenhadas a atingir objectivos m comum.

O objectivo principal desta cadeira é ...


Trabalhar os conceitos:

-Portfólio
-Projecto
-Competência
-Sequências ensino-aprendizagem

Monday, March 13, 2006

# 1ª Aula de Projectos Curriculares #

Uma vez que faltei à 1ª aula, devido à minha indecisão, tive que pedir às minhas colegas o sumário da aula, assim como, o programa da cadeira e apontamentos relevantes.

Assim, na primeira aula, verifiquei um esclarecimento sobre a cadeira: dos seus conteúdos programáticos, metodologia e modos de avaliação. Nada de novo até aqui, mas o que me supreendeu, na verdade, foi o modo flexível como a cadeira se encontra estruturada. Ou seja, deu-me a sensação de que podemos construir o nosso próprio conhecimento, assim como, discutir acerca deste com as nossas colegas e professor.



A novidade, prende-se não só pelo facto de podermos usufruir de uma certa independência, mas também, podermos confrontar opiniões e debater questões que consideramos importantes para a área curricular.
Ficou a expectativa e curiosidade de ir na próxima aula experienciar tudo isto na primeira pessoa!

Alea jacta est (A sorte foi lançada)